Brazila Letero


29/07/2008


Brazilaj politikistoj: la plej multekostaj

Laŭ informoj de la Neregistara Organizaĵo Transparência Brasil (en E-o Travideblo-Brazilo), brazilaj politikistoj estas la plej multekostaj en la mondo.
El la dokumento, la gapita brazila civitano povas elfosi jenajn trezorojn pri niajn plej altaj ĉambroj:

- ĉiu senatano bruligas ene de unu jaro 34.113.708,00 realojn aŭ 13.752.061,67 eurojn el la impostoj;
- siavice, en la sama tempo, ĉiu federacia deputito kostas el la poŝo de la brazila impostpaganto ne malpli ol 11.804.036,29 realoj aŭ 4.758.492,83 euroj.

Pli detale legu priskribon pri tiu afero - en la portugala, kompreneble - ĉe la paĝo de tiu imitinda organizaĝo:
http://www.transparencia.org.br/docs/custoCasas2008.pdf

Escrito por Lejte às 00h37
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28/07/2008


Kongreso de la centjara IFEF

Kiel fervora fervojisto - nu, mia kara futbala teamo nomiĝas Fervojisto - mi plusendas tie ĉi la inviton senditan de Edvige Ackermann, nome de Internacia Fervojista Esperanto-Federacio - IFEF, kies centjara datreveno okazos en 2009. "Karaj VEKI-anoj la venontjara kongreso de "Internacia Fervojista Esperanto-Federacio - IFEF" celebros la centjarigxon de tiu cxi organizo kaj estos aparte ricxa je eventoj. Pliajn informojn vi ricevos cxe: http://ifef.free.fr/spip/spip.php?article49. Klopodu partopreni, estos bonega okazo por esperantumado en nekutima etoso. Kore salutas, Edvige Ackermann - Italio"

Escrito por Lejte às 23h49
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Etnolingvistiko: "Ŝinguaj indiĝegoj savas siajn lingvojn per didaktikaj libroj kaj vortaroj"

Raporto pri rezisto de la brazilaj indiĝenoj pere de didaktikaj libroj kun riĉa enhavo. La ĉiutaga vivo, la kultivo kaj la kuirarto estas skribitaj kaj ilustritaj per la indiĝenoj mem, kiuj reprezentas nur en tiu eldonaĵo 34 etnajn grupojn. Aldoninde, baldaŭ aperos vortaro kun 27 indiĝenaj lingvoj de tiuj, kiuj estas la unuaj brazilanoj. Matéria da Agência Amazônia (segunda, 28 de julho de 2008) http://www.agenciaa mazonia.com. br/index. php?option= com_content&task=view&id=2668&Itemid=259 ------------ --------- ---- Índios do Xingu salvam suas línguas em livros didáticos Publicações são escritas e ilustradas por índios de 34 etnias, que documentam roças, terra e culinária. Vem aí um dicionário de 27 línguas. AGÊNCIA AMAZÔNIA (*) CUIABÁ, MT – De uma só vez, nesta quarta-feira, às oito horas, no Museu Rondon da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), o Programa de Educação Superior Indígena Intercultural (Proesi) lançará quatro livros da Série Experiências Didáticas, escritos por professores e alunos da etnia Ikpeng (área central do Parque Indígena do Xingu, conhecido como Médio Xingu). Os livros: Irwa, Ga, Orong e Ikpeng Ungwopnole são de autoria dos professores Iokore Kawakum Ikpeng, Korotowi Taffarel, Maiuá Meg Poanpo Txicão e organizados pelos coordenadores do Proesi, Elias Januário e Fernando Selleri Silva. Todas as ilustrações são produzidas pelos indígenas. O Proesi funciona há dez anos. Suas publicações são organizadas nas séries: Experiências Didáticas, com livros escritos nas línguas-mãe e utilizados nas salas de aulas nas aldeias indígenas; Práticas Interculturais, que organiza e divulga textos e ilustrações de professores e alunos indígenas que relatam seus mitos, conflitos, costumes e saberes das mais diversas etnias mato-grossenses em português. O dia-a-dia e a luta do índio Boa parte dos livros dos quais fazem parte textos de 34 etnias narram o modo de fazer roças, a culinária indígena e restrições alimentares, os problemas da luta pelos territórios indígenas e os marcadores do tempo, formas de observar o clima e regime de chuvas sempre através dos animais , das estrelas e os rios. O Proesi forma professores indígenas, abrindo espaço nos cursos de bacharelado e nos cursos regulares. Possui hoje 275 estudantes na graduação, 50 na especialização e, este ano, dois jovens da etnia Ikpeng, Korotowi Taffarel e Maiuá Meg Poanpo Txicão concorreram com 52 pessoas e passaram no curso de mestrado em Ciências Ambientais na Unemat de Cáceres. Para Elias Januário, as publicações da produção acadêmica gerada por professores e alunos possibilitam às nações indígenas e à sociedade brasileira a criação de um canal de comunicação, o que facilita o entendimento e a longo prazo pode derrubar preconceitos. "Estamos no mundo" Morador da aldeia Moigi, no posto Pavuru onde ficam os Ikpeng no Médio Xingu, o aluno mestrando Maiuá comenta com entusiasmo de estudante o fato de ter concorrido com tantas pessoas e ter conseguido a vaga no mestrado. Além disso o jovem Ikpeng considera um ato positivo para a sobrevivencia do seu povo poder agora documentar a sua história. Eles ainda são considerados temidos guerreiros do Parque. Com grande interesse ele diz que pretende saber tudo sobre as leis brasileiras e como são interpretadas. "Queremos saber do olhar do branco para as leis e principalmente em relação ao meio ambiente porque nossa sobrevivência depende disso, inclusive com relação a saúde", disse. Segundo Maiuá, os índios sempre enfrentam preconceitos , principalmente nas salas de aulas dos cursos superiores. "Eles acham que tem mais conhecimento ou que a história deles é mais importante do que a nossa. Não é assim, somos capazes e fortes. E meu povo, os Ikpeng, quando saem para as cidades dos brancos, vamos em busca de conhecimento mas em seguida levamos tudo para o nosso povo, é para eles que estamos tentando entender o que acontece aqui fora", disse. Brasil perdeu 1.100 línguas indígenas desde o descobrimento CUIABÁ, MT – A extinção de línguas usadas pelos mais diversos povos vem sendo objeto de estudos que demonstram o desaparecimento de sociedades que sequer puderam registrar sua existência. Segundo o professor de lingüística da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Marcus Maia, existem atualmente no mundo seis mil línguas distribuídas em 250 nações. Só no Brasil, em 1500 existiam 1.300 línguas, das quais foram extintas 1.100. Apenas 700 mil pessoas têm acesso às 180 restantes. "Em toda a história da educação indígena tenho acompanhado o desenvolvimento das atividades e o projeto sempre criou uma reflexão crítica sobre os conceitos fundamentais da lingüística contemporânea, aplicando–os na análise de suas línguas que são compreendidas não como fenômenos exóticos mas como sistemas plenamente relacionados a princípios universais da linguagem", ele assinala. Dicionário de 27 línguas Maia alerta ainda que as escolas indígenas devem diferenciar- se no sentido de superar uma prática muito comum – a de reproduzirem acriticamente os procedimentos pedagógicos e a visão de língua e de gramática predominantes nas escolas tradicionais não-indígena. "Muitos materiais sobre as línguas indígenas em uso nas escolas foram desenvolvidos por missionários, de acordo com a gramática normativa que acabava selecionando o que se achava "mais certo e mais bonito". O próximo passo do Proesi é lançar um docionário de 27 línguas indígenas produzido por professores e alunos indígenas. Os povos que habitavam a costa leste, na maioria falantes de línguas do Tronco Tupi, foram dizimados, dominados ou refugiaram-se nas terras interioranas para evitar o contato. Hoje, somente os Fulniô (de Pernambuco), os Maxakali (de Minas Gerais) e os Xokleng (de Santa Catarina) conservam suas línguas. Curiosamente, suas línguas não são Tupi, mas pertencentes a três famílias diferentes ligadas ao Tronco Macro-Jê. Os Guarani, que vivem em diversos estados do Sul e Sudeste brasileiro e que também conservam a sua língua, migraram do Oeste em direção ao litoral em anos relativamente recentes. As demais sociedades indígenas que vivem no Nordeste e Sudeste do País perderam suas línguas e só falam o português, mantendo apenas, em alguns casos, palavras esparsas, utilizadas em rituais e outras expressões culturais. A maior parte das sociedades indígenas que conseguiram preservar suas línguas vive, atualmente, no Norte, Centro-Oeste e Sul do Brasil. Nas outras regiões, elas foram sendo expulsas na medida em que avançou a urbanização. (Josana Sales) __._,_.___ Mensagens neste tópico (1) Responder (através da web) | Adicionar um novo tópico Mensagens | Arquivos | Fotos | Links | Banco de dados | Enquetes | Associados | Agenda ----------------------------------------------------------------- Nosso website reúne links para diversos recursos online, incluindo: *Teses (www.etnolinguistica.org/teses) *Periódicos (www.etnolinguistica.org/periodicos) *Línguas indígenas na mídia (www.etnolinguistica.org/imprensa) *Outros websites de interesse (www.etnolinguistica.org/sites) Para sugerir novos links ou corrigir links desatualizados, escreva para links@etnolinguistica.org. Para informar-se sobre novos acréscimos ao website, visite http://twitter.com/etnolinguistica O uso dos recursos da lista Etnolingüística baseia-se no reconhecimento e aceitação de suas diretrizes. Para conhecê-las, visite www.etnolinguistica.org/normas

Escrito por Lejte às 23h40
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26/07/2008


Convocação EKi! - 24/07/2008

CONVOCAÇÃO

Convocamos as Senhoras Diretoras do EKi! (Clube Esperantista de Iracema!) para, no próximo dia vinte e quatro de julho de 2008 (amanhã), às 19:30, no apartamento da senhora Maria Teresa, para se reunirem e discutirem sobre os seguintes tópicos:

Assembléia Ordinária:

1. Estatuto do EKi!
2. Metas do EKi!
3. Cadastro de esperantistas cearense
4. Material para ser abordado no ensino infantil da língua esperanto
5. Escolha das assinaturas das revistas esperantistas
6. Valor de uma caixa postal
7. Endereço eletrônico do EKi!
8. Data para reunião geral dos fundadores do EKi!
9. Outros assuntos pertinentes.



Fortaleza, 23 de julho de 2008.

Andréa Braga
Presidenta

Vice-Presidenta
Fabíola Matos

Secretária-Geral
Ana Maria Cruz

Tesoureira
Maria Teresa Martins

Escrito por Lejte às 23h26
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Kubo gastigos la 95-an Universalan Kongreson de Esperanto, en 2010

Laŭ decido de la estraro de UEA, en 2010 la Universala Kongreso de Esperanto okazos en Kubo. Tiel anoncis al la esperantistaro la ĝenerala sekretariino de UEA Barbara Pietrzak, dum la solena fermo de la 93-a UK en Roterdamo, la 26-an de julio matene.
Influis tiun decidon la fakto, ke la aŭtoritatuloj de Kubo oficiale subtenos la eventon, okazonta je la dua fojo en Havano. Kubanoj jam gastis la UK-on en 1990.
Do post la venonta UK, la 94-a, okazonta en la naskiĝurbo de Zamenhof, la esperantistaro preparu siajn bagaĝojn por ĝui la varmecon de niaj gastigemaj gesamideanoj de Kubo.

Escrito por Lejte às 23h20
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Enc: Geraldo Mattos premiita en Belarta Konkurso de UEA

Gratulon al la geaŭtoroj premiitaj en la Belartaj Konkursoj de UEA, eldonajxo 2008. Inter ili estas Geraldo Mattos (el Brazilo) aŭtoro de "Amo ne murdas. Jozefo Lejte Mi petas permeson publiki en ĉi tiu blogo la ĉiam ĝentile senditan Ret-Info-n de UEA: REZULTOJ DE LA BELARTAJ KONKURSOJ DE UEA EN 2008 ------------------------------------------------ POEZIO: ------- Unua premio: Mikaelo Gishpling (Israelo) pro "Rekviemo"; Dua premio: Gerrit Berveling (Nederlando) pro "Mortis la Dioj"; Tria premio: Jean-Marie Ries (Luksemburgio) pro "Tiu vino" kaj "Lastaj pensoj de mortanta poeto". Partoprenis 21 auxtoroj el 16 landoj. PROZO: ------ Unua premio: Lena Karpunina (Rusio) pro "Ordinara vizagxo"; Dua premio: Sten Johansson (Svedio) pro "Kemio"; Tria premio: Lena Karpunina (Rusio) pro "Novaj tempoj". Partoprenis 24 auxtoroj el 15 landoj. ESEO: ----- Unua premio: ne aljugxita; Dua premio: Luiza Carol (Israelo) pro "Esperantismo kaj vegetarismo: similaj trajtoj"; Tria premio: ne aljugxita; Honora mencio: Pieter Doumen (Belgio) pro "Lingvo: trezoro de la popolo". Partoprenis 5 auxtoroj el 4 landoj. TEATRAJxOJ: ----------- Unua premio: ne aljugxita; Dua premio: Geraldo Mattos (Brazilo) pro "Amo ne murdas"; Tria premio: ne aljugxita. Partoprenis 6 auxtoroj el 6 landoj. FILMO: ------ Partoprenis neniu valida konkursajxo. laux [Gazetaraj komuniko de UEA, n-ro 293] ----- fonto: Ret-Info http://www.eventoj.hu ======================================================================== IJK-2008 en Hungario! - http://www.esperanto.hu/ijk/ ========================================================================

Escrito por Lejte às 21h06
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Interlingvistika Revuo ricevas vian artikolon

Interlingvistika Revuo ricevas tekstojn Interligvistika Revuo estas lingvoscienca publikajo de Kurso de Esperanto de Departemento pri Literaturo de Federacia Universitato de Cearao. Kunlaborajoj estas bonvenaj. La kunlaboronto ne forgesu etan informon pri si mem (nomo, profesio, viaj verkoj, universitato au asocio, lando, retadreso, ktp.). Retradreso de Interlingvistika Revuo: leitejr@ufc.br Redaktoroj José Leite de Oliveira Junior (Jozefo Lejte) – Federacia Universitato de Cearao – Brazilo – leitejr@ufc.br Paulo Nascentes – Universitato de Braziljo – Brazilo Emerson Wernek – Universitato de Braziljo – Brazilo Adreso Universidade Federal do Ceará (Federacia Universitato de Cearao) - Departamento de Literatura Centro de Humanidades Av. da Universidade, 2683 - Bloco 125 (azul) Térreo CEP: 60.020-180 – Fortaleza – CE – Brasil Retadreso de Kurso de Esperanto de Federacia Universitato de Cearao: esperanto_ufc@gmail.com Lasta numero: http://leitejr.sites.uol.com.br/esperanto/ilr200801.htm Venonta numero (nur la kovrilo): http://leitejr.sites.uol.com.br/esperanto/ilr200808.jpg Samideane, Jozefo Lejte http://leitejr.sites.uol.com.br Saia da mesmice. Aprenda Esperanto! http://leitejr.sites.uol.com.br

Escrito por Lejte às 20h58
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Etnolinguistica: Manifesto dos professores Guaran i e Kaiowá

Comissão do Movimento de Professores Indígenas Guarani e Kaiowá do Estado de Mato Grosso do Sul. DENUNCIA DOS POVOS GUARANI E KAIOWÁ DE MS Nós professores Guarani e Kaiowá vimos através deste trazer a tona a nossas indignações e o massacre que os nossos povos estão passando devido a violação dos direito garantidos na Constituição Federal de 1988 nos Artigos 231 e 232; e o descumprimento dos compromissos feito na convenção 169 da OIT e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Pois hoje, nós Guarani e Kaiowá estamos acuado e traídos pelos Três Poderes (Órgãos Executivo, Legislativo e Judiciáro) dos quais esperamos a solução da situação dos conflitos de Terras Tradicionais dos nossos povos que, cada vez mais estamos encurralados, antes era apenas pelo grande latifundiário e hoje está sendo pelo próprio governador do nosso estado que vem com promessa de melhoria de vida para os indígenas fora dos seus território querendo nos transformar em índios urbanizados. Isto sim é uma ofensa aos povos indígenas e contraria o Art. 5º DO DIREITO E GARANTIAS FUNDAMENTAIS cap.I dos direitos e deveres individuais e coletivos em que diz que "todos são iguais perante a Lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e estrangeiros residente no País a inviolabilidade do direito à vida, a liberdade, à igualdade, à segurança a e propriedade. "Nós perguntamos ao Estado Brasileiro se todos são iguais perante a lei, por que só alguns tem direito à vida, a liberdade de falar, onde está a igualdade em relação a nós como ser humano, por que não nos dão segurança e o direito de ter a terra que nos foram tomada??? E mais os processos de identificação ficam paralisados e aquela terra que foi demarcada e homologada legalmente, atendendo a legislação ficam embargados pelo Judiciário ou muitas vezes as terras sendo exploradas ilegalmente pelos arrendatários. E ainda os órgãos do governo como IBAMA não se mostra em nenhum momento preocupado com as agressões ambientais e com a vulnerabilidade em que é colocada a saúde desses povos atingidos, até mesmo para fiscalizarem. No entanto essas situações já foram denunciadas para FUNAI (FUNDAÇÃO NACIONAL DO INDIO), à PROCURADORIA DO MINISTERIO PUBLICO FEDERAL, em nenhum momento fomos atendidos enquanto isso as situações se tornam mais agravantes. Além do mais o Governador do nosso Estado, juntamente com alguns Prefeitos, Deputados Estaduais e Federais e Senadores estão se articulando para inviabilizar junto ao Ministério da Justiça a demarcação das terras indígenas no Mato Grosso do Sul. Entendemos que os Governos e os Parlamentares foram eleitos para defender os interesses do povo, portanto deveriam fazer cumprir o que assegura a Legislação brasileira e os acordos Internacionais dos quais o Brasil é signatário. Enquanto isso, assassinato de lideranças indígenas é alarmante e os responsáveis continuam impunes. As pessoas das nossas comunidades sofrem vários tipos de violência social, histórica, econômica e política que é acarretado pelo pouco espaço de terra que se têm e os quais serão solucionados somente com as ampliações dos nossos territórios devolvidos pelo Estado Brasileiro do qual os povos indígenas foram desapropriados durante o processo da colonização e que nós reivindicamos a demarcação. Enquanto isso o Presidente Brasileiro e a maior parte da classe política mostram sua empolgação no mercado do biocombustivel e etanol, não mostrando o contraste de que é sobre as terras tradicionais dos guarani e kaiowá de MS, que esta expandindo a plantação de canavial e sobre a cabeças dos indígenas construindo as usinas. No entanto, solicitamos dos Três Poderes do Estado Brasileiro o compromisso no cumprimento da Lei e apoio dos órgãos não governamentais e demais entidades que se mobilizem para garantir os direitos das tribos/etnias e que pressionem as autoridades governamentais competentes e os parlamentares de sua jurisdição para solucionar os nossos problemas e diminuir nossos sofrimentos que vem sendo repetidos desde a chegada dos não- indígenas neste território há mais de 500 anos.. Segue as assinaturas. --- Em qua, 23/7/08, Eva Maria Luiz Ferreira escreveu: De: Eva Maria Luiz Ferreira Assunto: Fwd: manifesto dos professores Para: rosacolman01@ yahoo.com. br Data: Quarta-feira, 23 de Julho de 2008, 12:39 __._,_.___ Mensagens neste tópico (1) Responder (através da web) | Adicionar um novo tópico Mensagens | Arquivos | Fotos | Links | Banco de dados | Enquetes | Associados | Agenda ----------------------------------------------------------------- Nosso website reúne links para diversos recursos online, incluindo: *Teses (www.etnolinguistica.org/teses) *Periódicos (www.etnolinguistica.org/periodicos) *Línguas indígenas na mídia (www.etnolinguistica.org/imprensa) *Outros websites de interesse (www.etnolinguistica.org/sites) Para sugerir novos links ou corrigir links desatualizados, escreva para links@etnolinguistica.org. 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Escrito por Lejte às 20h51
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02/01/2008


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Escrito por Lejte às 13h24
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Brazila Letero

Fortalezo, la 2-an de januaro 2008.

Temporaba cerbumo

Nova jaro, nova agendo. Estas tempo plani la proksimajn tagojn surbaze de la ĵus pasinta jaro. Foliumante la kalendaron, mi iomete cerbumas pri la signifo de tio, kion oni nomas tempo. La nura besto, kiun maltrankviligas la tempo, estas la homa. Elefantaj embrioj trankvile restadas dudeko da monatoj en la utero de la paciencema patrino. Post la naskiĝo tiaj gigantetoj suĉas lakton ĝis la dua jaro de sia vivo. Onidire ili povos atingi okdek jarojn, kiam ili mistere migras al elefanta tombejo. En mala ekstremo, se temas pri dimensio de estaĵoj, estas la etaj aĵoj, kiel la muŝoj. Muŝoj, kiuj apenaŭ vivas, nur vivas. Siaflanke griloj fajfas pri tio, kion valoras la tempo. Sed la homa besto ne vivas for de la tempo, kiu svarmas kiel muŝoj en la racia cerbo. Ĉiam tempo zumas en ĉies homa kapo, kaj verŝajne, pro tia fizika kaj fiksa ideo, oni emas kalkuli muŝojn. Bone, mi ne volas fari el muŝoj elefantojn, sed kiu sukcese batas du muŝojn per unu ŝtono?

Permesu, ke mi iomete dubu pri la tempo. Fakte la tempo ne estas sama por ĉiuj. Laŭ la aĝo, ekzemple, estas aparta kompreno pri la sinsekvo de la aferoj. Infaneto ne povas antaŭvidi tra la tempo, kiel kutime faras la plenaĝuloj, kiam ili fiksas estontajn taskojn. Adoleskantoj emas kredi, ke la tempo malrapidas, ke la jaroj lame rampas, ke neniam venos la 15-a datereveno; male al la plenaĝuloj, ĉiam premitaj de streĉiga akcelilo, kiuj ne scias, kiel bremsi la temporaban maŝinon.

Ankaŭ ĉe la popoloj malsamas la tempo. Okcidento uzas la gregorian kalendaron. Mezoriento kalkulas la jarojn ekde la elmigro de Muhamado al Medina. Ĉinio faras sian kalendaron laŭ la movo de la luno. Antikvaj kalendaroj perdiĝis, kiel tiu de la romianoj. Aliaj estas forlasitaj, kiel tiu de la francaj civitanoj post la Revolucio.

Se tiom varias la tempo, ĝi ne ekzistas ekster la homo. Ĝi varias, ĉar la homo mem varias. Kvankam la kalendaro baziĝas sur naturaj elementoj, ĝi estas ĉiam aĵo artefarita. Tempo estas metafora kreaĵo. Kredeble la plej grava el la homaj inventoj. Do la homa arto vivi estas la arto rekrei la ĉiutagan vivon sur la paĝoj de la kalendaro.


 

Escrito por Lejte às 11h48
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